terça-feira, 1 de março de 2011

Terça-feira, 11 Janeiro 2011

Há coisas que nos deixam profundamente ofendidas! Hm, talvez isto seja um pouco exagerado. Estamos profundamente; exuberantemente; irremediavelmente zangadas! Isto, ou então somos incrivelmente sensíveis.
Vamos apostar no último caso. Dado que precisamos (somos obrigadas, leia-se antes) de fazer um Power-Point para apresentar o nosso trabalho à turma, poderia eventualmente parecer que eles (restante turma) ainda não tivessem a mínima do que andamos aqui a fazer (ok, restante turma e não só).
Poderia parecer. Mas nós sabemos que aqui a malta é muito atenta ao que se passa e comecem perfeitamente o nosso tema. Por isso, hoje começámos a realizar um Power-Point, onde temos uma breve síntese e informação acerca do nosso projecto, por mero formalismo.
E é também altura de começar a desenvolver outra ideia: pensámos em entrevistar algumas pessoas na rua (pobres e desprevenidos coitados que vão ser abordados por três lobas más), para termos uma ideia acerca do conhecimento geral sobre estas doenças e acerca das reacções para com as perturbações mentais.
O grande objectivo seria realizar um vídeo, uma pequena reportagem.
Sabemos que é um projecto ambicioso, mas quem não arrisca não petisca, e o nosso apetite é imenso!...
Assim atirámo-nos de cabeça e preparámos já o guião das perguntas que iremos fazer, que passamos a citar:

- O que acha que é um doente mental?
- Já conheceu alguém que sofresse de doença mental?
- Sente-se mal ao pé de uma pessoa afectada?
- Mudava a sua atitude se descobrisse que um amigo seu sofria de uma doença mental?
- Pode dar exemplos destes tipos de doenças?
- Acha que estas pessoas são descriminadas?
- Quais são as respostas que a sociedade tem para as pessoas com estes problemas?

É simples, mas é extenso, não é?
É provável que as pessoas se cansem de nos ouvir e nos perguntem até: "Mas porque é que vocês têm bocas tão grandes?".
Ao que as três lobitas responderão, com um sorriso malicioso: (Não, não é o que estão a pensar.) "É para aprender melhor, meu menino!".
... Vale a pena tentar, não concordam?...

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