Nada de novo. Duas aulas passaram, o tempo continua a escorrer pelos ponteiros do relógio, mas a estação não traz novidades.
Continuámos a tratar e a contabilizar os inquéritos, continuámos a actualizar diários de bordo, continuámos a fazer o folheto e vimos os vídeos resultantes da entrevista da última "aula".
Continuámos, estádio transcendente do nosso trabalho. Palavra que (sejamos sinceras) nos cansa; contudo, sem perseverança não se chega a nenhum lado.
Por enquanto, consideram-nos perdidas no tic-tac banalmente sinistro do relógio. Mas, ânimo! Em breve recolheremos o fruto destas horas.
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