terça-feira, 15 de março de 2011

Sexta-feira, 4 Fevereiro 2011

A sobrevivência está do lado dos mais fortes. Daqueles que conseguem seguir os seus objectivos mesmo quando têm alguns percalços. Por exemplo, quando decidem tirar o melhor proveito de um grupo dividido. (sim porque isto às vezes há traidores!)
Aahh, mas como estávamos a dizer, o nosso grupo hoje estava dividido. Acontece que a traidora (cofcof), quer dizer a Ana, decidiu apanhar boleia clandestina e ir para Lisboa com os tipos de Química e de Física, numa visita de estudo. O que é deveras indecente, principalmente porque não nos levou também.
Bem cedinho pela manhã (e porque 10:00h é muito cedo) a Sara e a Rita decidiram arrumar armas e pôr as malas às costas, sem saber que teriam pela frente umas das maiores batalhas de sempre. O que aconteceu foi que as duas foram de câmara na mão percorrer a bela da cidade de Évora a entrevistar pessoas acerca dos seus conhecimentos sobre Doenças Mentais.
Até podíamos dizer que as pessoas colaboraram muito mas não estaríamos a ser totalmente sinceras, elas fugiam de nós (literalmente), decidiam as perguntas que nós íamos fazer e quando acabava a entrevista (porque mesmo sendo o nosso trabalho, nós não mandamos nada). Não tivemos uma tarefa nada facilitada, mas sobrevivemos, sem a Ana (porque tivemos de nos desenrascar de qualquer maneira), e com ajuda de umas colegas de outros grupos.
Não contávamos com tantas dificuldades, pessoas esquivas, respostas ainda mais esquivas, botões de zoom difíceis de manobrar... e maioritariamente a realidade fria e crua: os conhecimentos da sociedade no geral são muito reduzidos.
Sabemos que não temos esta tarefa terminada, e mais tarde ou mais cedo temos de voltar à acção e continuar as entrevistas. Até lá continuamos a dar no duro na sala de aula.

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